Ator, coreógrafo, produtor cultural, técnico teatral e professor, formado em Educação Física e mestre em Performances Culturais pela UFG. É fundador da Cia de Teatro Nu Escuro, na qual atuou em quase todos os espetáculos e assumiu, a partir de 2002, a direção de produção, participando ativamente de todos os projetos da companhia. Atua também como diretor e coreógrafo, com destaque para os espetáculos Hoje é Domingo e Nem a morte nos separa. Desenvolve trabalhos no teatro e no audiovisual como produtor e ator, integrando produções como A Hora da Galhofa, O Tamanho da Pedra e Vila Mariote. É professor da Rede Municipal de Educação de Goiânia, integra a equipe de produção da Galhofada – Mostra de Artes na Rua e atua como Produtor Executivo do Festival do Boneco.

Izabela Nascente é artista cênica, bonequeira e diretora, graduada em Artes Cênicas e mestre em Performances Culturais pela UFG. Integrante da Cia de Teatro Nu Escuro e artista independente, atua nas áreas de interpretação, direção artística, construção e animação de bonecos. Iniciou sua formação como bonequeira em 2002 e desenvolveu uma sólida trajetória no teatro de formas animadas, assinando a criação e direção de diversos espetáculos e projetos multiculturais. No audiovisual, trabalha como diretora de arte, bonequeira e diretora, com destaque para as séries Vila Mariote (Amazon Prime) e Barbas. É também formadora, ministrando cursos e oficinas em festivais, escolas e projetos culturais. Recentemente, foi premiada com Melhor Direção pelo curta-metragem Mel Tamarindo.

BRUNO GARAJAU

Historiador, produtor cultural e técnico teatral, Bruno atua nas interseções entre cultura popular, cultura indígena, teatro, cinema e música. É sócio-fundador da Balaio Produções Culturais e Cinematográficas, onde trabalha como diretor técnico, além de diretor financeiro e cultural da Associação de Capoeira Angola do Estado de Goiás, coordenando artisticamente o Ponto de Cultura Buracão da Arte. Atua como diretor de palco do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros e integra a equipe de produção da Galhofada – Mostra de Arte na Rua. Na Cia de Teatro Nu Escuro, exerce múltiplas funções técnicas e de bastidores, sendo também presença afetiva fundamental nos processos da companhia.

Produtora artística e cultural, formada em Administração pela Universidade Católica de Goiás, Milena é presença fundamental na trajetória da Cia de Teatro Nu Escuro. Com olhar atento à gestão e à produção cultural, atuou como vice-presidente da companhia entre 2002 e 2021 e como presidente de 2021 a 2023. Assina a produção de trabalhos marcantes, como o espetáculo O Cabra que Matou as Cabras, em cartaz desde 2004, a web-série Barbas e o telefilme A Hora da Galhofa. Também atua na produção de festivais como o Festival do Boneco e a Galhofada, unindo rigor administrativo, sensibilidade artística e uma presença afetuosa nos processos da companhia.

Cineasta, pesquisadora e artista visual, formada em Cinema pela UFF, com mestrados em História da Arte (UERJ) e Cenografia (UNIRIO). Especialista em Fotografia e Filosofia da Arte, é fundadora do Coletivo de Atrações e pesquisadora de artes integradas. Atua no teatro como cenógrafa, figurinista, diretora de arte e dramaturga, sendo uma das autoras do espetáculo Barbas, da Cia de Teatro Nu Escuro. No audiovisual, dirigiu curtas premiados, a minissérie infantil Vila Mariote e o documentário A Hora da Galhofa. É autora do livro infantil Bamboleio de Babica e diretora do espetáculo Casa Verde, da Cia de Teatro Nu Escuro.

ARCHIVING IN THE DARK: Conheça o acervo estético da Cia de Teatro Nu Escuro.


Dezessete espetáculos, mais de mil apresentações e um país inteiro em cena: a Nu Escuro é referência do teatro de grupo no Centro-Oeste brasileiro.

A Nu Escuro é composta por artistas, produtores, técnicos e por uma constelação de parceiros que, dentro ou fora do palco, fazem parte viva da nossa jornada.

Três décadas de criação não se fazem a sós: agradecemos a cada pessoa, parceria e política pública que nos permitiu existir, criar e nos conectar com o mundo.

Se quiser somar, dialogar ou criar junto, entre em contato.

praticamos um teatro de grupo, horizontal e vivo, em que o público é a força que move cada encenação.

Cia. de teatro nu escuro Desde 1996.

Classificação: 15 anos

Casa verde - 2026


Classificação: Livre

dramas ao cubo - 2019

Inspirada no conto "O Alienista" de Machado de Assis, "Casa Verde" revisita a história do Dr. Simão Bacamarte e sua obsessão científica por classificar e curar a loucura na pequena vila de Itaguaí. O que começa como um projeto iluminista de catalogação da insanidade se transforma em um mecanismo de controle social cada vez mais abrangente, até que praticamente toda a população se vê sob suspeita de desvio mental. Em formato performativo e multimídia, a peça conduz o público por diferentes espaços, criando uma experiência imersiva que questiona os limites entre razão e loucura, normalidade e desvio. Quem tem o poder de definir o que é são? Onde termina a ciência e começa o autoritarismo? Como os discursos médicos e institucionais se transformam em instrumentos de opressão?
Mais do que uma adaptação do clássico machadiano, "Casa Verde" atualiza essas perguntas para o contexto contemporâneo, marcado por crises de saúde mental, medicalização da vida e pela ascensão de figuras messiânicas que prometem salvar a sociedade. A montagem revisita especialmente o papel das mulheres silenciadas na narrativa original e propõe uma reflexão crítica sobre o culto aos salvadores individuais, apontando para a necessidade de construções coletivas e de uma sociedade menos centrada em verdades únicas e totalizantes. Dialogando com artes visuais, performance, vídeo e música, "Casa Verde" cria uma linguagem híbrida que reflete a fragmentação do presente e recusa narrativas lineares. Cada espaço percorrido se transforma em célula de sentido, em fragmento de memória, em território de opressão ou resistência. O espectador experimenta no próprio corpo o deslocamento e a desorientação, ecoando as sensações do confinamento e da exclusão social.

Em um mundo em miniatura, ficção de mistura com realidade, dentro de casas de espetáculo que lembram antigas máquinas de retratista lambe-lambe. Em Dramas ao Cubo a Cia de Teatro Nu Escuro apresenta a história de seis mulheres, de Julia Pastrana (Mulher-Macaco do século XIX) a Elza Soares, cantora inconfundível de nossos tempos; passando pela lendária Julieta de William Shakespeare e Maria Eliza Alves dos Reis, também conhecida como Palhaço Xamego (primeira palhaça negra do Brasil, maior atração do Circo Guarany entre 1940 e 1960, que fingia ser homem, para seguir seu ofício); chegando a Carolina Maria de Jesus e chegando em Rosa que busca um amor impossível. Os lambes podem ser encenados separadamente ou divididos em blocos.

As caixas podem ser apresentadas separadamente ou dividida em dois blocos.

Barbas - 2024

Classificação: Livre

Plural - 2012


PLURAL é a trama tecida pelas histórias de uma menina chamada Maria. Suas primeiras recordações remetem aos seus sete anos e a narrativa segue costurando memória em memória, fiando do universo rural ao urbano, bordando histórias vividas e sentidas, com seus encantos, medos, violências, coragens, lamentos e alegrias. Uma trama sempre tensionada entre o drama e a poesia, o trágico e o humor. Atores e atrizes que cantam, dançam e tocam cantigas populares junto com os bonecos, como em uma brincadeira em que as linguagens cênicas do teatro de animação, músicas ao vivo e projeções de vídeos se cruzam como em um calidoscópio infantil.

BARBAS" conta a história de Marabel, uma menina de 11 anos em meio a descobertas sobre a vida. Sua rotina é devastada pela morte da irmã e pelo adoecimento da mãe, mergulhando-a em tristeza e depressão. Em busca de refúgio, Marabel entra em um um busca de refúgio, Marabel entra em um um lugar mágico, que pode ser um delírio ou outra dimensão, onde conhece Julia Pastrana, que lhe mostra uma nova perspectiva sobre a vida e os padrões sociais. Transformada pela experiência, Marabel retorna ao seu mundo com novas idéias e, através de trapalhadas cênicas, consegue trazer alegria de volta para sua mãe e iluminar seu cotidiano com esperança.

Classificação: 15 anos

gato negro - 2013

Classificação: 14 anos

O CABRA QUE MATOU AS CABRAS - 2004

Gato Negro narra uma história ocorrida em uma fazenda, no interior de Goiás, no início do século XX. A trama envolve três irmãs que esperam por Samuel Godói dos Santos, que prometeu voltar e se casar com quem seu coração sentisse mais falta. Na data marcada para o retorno, elas o aguardam com festa para o casamento, mas quem aparece é uma criatura fantástica, meio homem e meio bicho, instalando relações adversas, próprias das Humanidades.
A base da pesquisa para o Gato Negro remete ao hibridismo cultural da América Latina, onde o barroco assentou-se em definitivo e foi apropriado pelos filhos de brancos europeus, de negros africanos, de indígenas nativos, originando elemento real maravilhoso. Também conhecido por realismo mágico, representa e significa, em essência, o inusitado, o assombroso, o inaudito, o exótico ou aquilo com que se estabelece uma relação radical de alteridade.

Um advogado vigarista, que sobrevive dando pequenos golpes em seus clientes, se vê envolvido em um caso de assassinatos de cabras e bodes. Uma trama cheia de traições, trapaças e reviravoltas, onde uma esposa maliciosa engana seu marido advogado que engana um comerciante ganancioso que engana seu empregado que engana um juiz que quer enganar todo mundo.
O texto do espetáculo é uma livre adaptação da peça medieval francesa A Farsa do Advogado Pathelin, de autor desconhecido, mesclado com textos de cordéis nordestinos, esquetes de picadeiro, fábulas medievais, ditos populares e vários elementos da cultura popular brasileira.

"30 anos

de arte e encontros."

legado

Nosso acervo reúne espetáculos criados desde 1996, refletindo uma trajetória marcada por parcerias, afetos, prêmios e memórias inesquecíveis construídas ao longo de três décadas de criação coletiva.

[ELENCO]

HÉLIO FRÓES

ELIANA SANTOS

ADRIANA BRITO

ABILIO CARRASCAL

Hélio Fróes é ator, dramaturgo, roteirista e diretor de teatro e cinema. Formado em Comunicação Social – Rádio e TV pela UFG, é mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO. Fundador da Cia de Teatro Nu Escuro, dirigiu e atuou em dezenas de espetáculos premiados. É diretor e roteirista do longa-metragem Festa Entre Parentes, da minissérie Vila Mariote e do documentário A Hora da Galhofa. Atua no espetáculo Cobre do Meu Pai, com direção de Fernanda Pimenta, é autor do livro Cobre do Meu Pai e Outras Peças e professor de interpretação na Escola do Futuro em Artes Basileu França e de roteiro no Espaço Kino.

Atriz, diretora e preparadora de elenco, formada em Artes Cênicas pela UFG, com especialização em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas pela UnB. Atua no teatro desde o início dos anos 1990, com passagem pela Cia Martim Cererê e trabalhos com diretores como Marcos Fayad e Hugo Rodas. Integra a Cia de Teatro Nu Escuro desde 2004 e o Coletivo Tônus desde 2019, participando de criações e direções de diversos espetáculos. Premiada em importantes festivais de teatro e audiovisual, também atua em curtas, séries e longas-metragens. É professora do Departamento de Teatro da Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França desde 2017.

Atriz, apresentadora, dubladora e professora de teatro, integrante da Cia de Teatro Nu Escuro desde 2000. Atuou em diversos espetáculos teatrais e circulou pelo Brasil com o projeto Palco Giratório SESC (2015). Foi apresentadora do programa Suprassumo (TV Cultura/Record) e apresentadora oficial da Mostrinha – Mostra de Cinema para as Infâncias do Goiânia Mostra Curtas. Premiada como atriz revelação pela Federação de Teatro em Goiás (2000) e melhor atriz no FICA (2004), também atua em cinema, comerciais de TV e dublagem de animações. É professora da Escola do Futuro em Artes Basileu França, onde atua nos cursos superiores de Produção Cênica, Teatro e Circo, além de dirigir o grupo Vai..Idade / 45+.

Ator, diretor, músico e professor de arte, iniciou sua formação teatral na ETFGO (atual IFG-GO) em 1994 e graduou-se em Artes Cênicas pela UFG em 2004. Atuou em diversos espetáculos teatrais sob direção de nomes como Hugo Rodas, Sandro di Lima, Júlio Vann, Reginaldo Saddi e Hélio Fróes, integrando grupos como Q-Mário e a Cia de Teatro Nu Escuro. Também desenvolveu trabalhos em direção teatral e integrou o grupo musical De Volta ao Samba como percussionista entre 2005 e 2012, participando da gravação do DVD Um pé aqui, outro no samba. Desde 2014, atua como professor de Arte no IFG – Campus Águas Lindas.

OS

ARTISTAS

NU ESCURO

LÁZARO TUIM

IZABELA NASCENTE

MILENA JEZENKA

RÔ CERQUEIRA

[conheça]

O trabalho contínuo, a trajetória de pesquisas, os investimentos em novas linguagens e a cumplicidade com o público vêm rendendo importantes frutos. A Nu Escuro já recebeu o Prêmio Funarte de Artes Cênicas na Rua (2009, 2011, 2012, 2013), o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz (2006, 2010, 2011), a Medalha de Mérito Cultural (2010) pelo Conselho Estadual de Cultura de Goiás, o Troféu Buriti (2019) pelo Conselho Municipal de Cultura da cidade de Goiânia, participou da circulação do Palco Giratório/SESC (2015) e teve o patrocínio da PETROBRÁS (2013/2016).

CIA. DE TEATRO

NU ESCURO

2026 ©
todos os direitos reservados

[Contatos]

[Redes sociais]

[ENDEREÇO]

Email: nuescuro@gmail.com

Telefone: +55 62 983015006

Rua Tabajaras, 89 - Conjunto Anhanguera. 74850-610 Goiânia|Goiás


desenvolvido por liviace.xyz